Área de atuação · São Paulo

Advogado imobiliário em São Paulo

Imóvel é o maior patrimônio da maioria das famílias e o ativo que mais gera litígio por falta de documento. Atuamos nas duas pontas: prevenir antes da assinatura e resolver depois do problema.

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Em resumo

No Brasil, quem não registrou não é dono — o art. 1.245 do Código Civil é direto nisso. Boa parte dos conflitos imobiliários nasce de um documento que ficou pela metade: contrato de gaveta que nunca virou escritura, construção sem averbação, inventário não feito, loteamento não regularizado. Resolver depois custa mais que prevenir, mas quase sempre tem caminho.

O que resolvemos

O que resolvemos em imobiliário.

  • Compra e venda com segurançaAnálise de certidões, do vendedor e da matrícula antes da assinatura. É a hora barata de descobrir problema.
  • Regularização e documentaçãoEscritura, registro, averbação de construção, retificação de área e o que faltar na matrícula.
  • UsucapiãoPosse longa transformada em propriedade registrada, pela via judicial ou em cartório.
  • Locação e despejoContratos, garantias, ação de despejo, cobrança de aluguéis e revisão de valor.
  • Ponto comercialAção renovatória dentro da janela legal, revisional de aluguel e negociação com o locador.
  • Conflito com construtoraAtraso na entrega, vícios de construção, cobranças indevidas e distrato.
  • Imóvel financiado em riscoDefesa na execução extrajudicial da alienação fiduciária, antes que o leilão aconteça.
  • REURB e regularização fundiáriaNúcleos urbanos informais, legitimação fundiária e registro da CRF na matrícula.
O que aprendemos vendo os casos chegarem

Quase todo litígio começa num papel que faltou.

A sequência se repete. Alguém compra por contrato particular e não registra, porque naquele momento parecia detalhe. Anos depois o vendedor morreu, os herdeiros não aparecem, e o comprador descobre que juridicamente não é dono, ainda que pague IPTU há uma década. A saída existe — adjudicação compulsória, usucapião, inventário do vendedor — mas custa multiplicado pelo tempo perdido.

A segunda sequência mais comum envolve o registro incompleto. Casa ampliada e nunca averbada, área que não bate com a matrícula, loteamento sem regularização. O imóvel funciona na prática e trava na hora de vender, financiar ou inventariar. É quando o problema aparece — e é sempre o pior momento possível.

Por isso o nosso trabalho começa pela matrícula, não pelo contrato. Ler a matrícula atualizada e as certidões do vendedor responde, em uma tarde, perguntas que custariam anos de processo depois. Quando o problema já existe, o mesmo documento é o que define qual das saídas é a viável.

Passo a passo

Como conduzimos o caso.

  1. Leitura da matrícula e das certidõesSituação registrária, ônus, penhoras e ações contra o vendedor. É o diagnóstico que orienta todo o resto.
  2. Definição do caminhoEscritura, adjudicação, usucapião, REURB ou ação judicial: cada situação tem uma via mais curta.
  3. Documentação e negociaçãoReunimos o que falta e negociamos com a outra parte, quando o acordo é mais rápido que o processo.
  4. Processo ou cartórioConduzimos pela via extrajudicial sempre que ela existe, e pela judicial quando é a única possível.
  5. Registro e entregaO caso só termina quando a matrícula reflete a realidade e o imóvel está no nome certo.
Antes da reunião

O que trazer para a primeira conversa.

Documentos que aceleram a análise

A matrícula atualizada resolve metade das dúvidas. Com ela e o contrato, conseguimos dizer no mesmo dia qual é o caminho e o que ele exige.

  • Matrícula atualizada do imóvel
  • Contrato de compra, cessão ou recibo
  • Escritura, se houver
  • IPTU e comprovante de valor venal
  • Documentos pessoais das partes
  • Comprovantes do tempo de posse ou moradia
  • Notificações e correspondências trocadas
  • Projeto aprovado e Habite-se, se houver obra

Análise inicial sem custo e sem compromisso. Conteúdo informativo, nos termos do Provimento 205/2021 da OAB — não substitui a avaliação do caso concreto.

Prova social

O que dizem no Google.

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5,0 · 18 avaliações

“Desde o início, fui atendida de maneira excepcional. A equipe é atenciosa e explica cada passo.”

Amanda M. · Google

“Excelentes profissionais, altamente qualificados. Ressalto o profissionalismo, o atendimento e a honestidade.”

Rita G. · Google

“Muito educado, paciente, sempre com respostas precisas e certeiras. Indico sem pontos negativos!”

Thais T. · Google

Avaliações reais de clientes publicadas no Google.

Quem cuida

Quem responde pela área.

Letícia Marques
Letícia Marques

Sócia responsável pela área imobiliária e por inventários (OAB/SP 428.777). Pós-graduada em Direito Imobiliário pela PUC/SP e em Direito das Sucessões pela PUC-Campinas. Medalha Notário Luiz Gama (Câmara de Santo André).

Conhecer Letícia Marques
Dúvidas frequentes

Perguntas comuns.

Quando vale a pena chamar um advogado imobiliário?

Antes de assinar, sempre que o valor envolvido for relevante — é quando o custo é menor e o efeito é maior. Depois, quando existe documento faltando, disputa com construtora, inquilino inadimplente, posse antiga sem registro ou risco de perder imóvel financiado. Em qualquer desses casos, a matrícula atualizada é o primeiro documento a olhar.

Comprei por contrato de gaveta. Sou dono?

Juridicamente, não. Pelo art. 1.245 do Código Civil, a propriedade de imóvel se transfere pelo registro do título no cartório de registro de imóveis. O contrato gera direitos entre as partes e é ponto de partida para regularizar — por escritura e registro, adjudicação compulsória ou usucapião, conforme o caso.

Vocês atuam para comprador, vendedor, locador e inquilino?

Sim, em casos distintos e sem conflito de interesses. Na compra e venda atuamos para qualquer das partes desde que não haja outra já atendida. Em locação, atuamos tanto para proprietários quanto para lojistas que precisam proteger o ponto comercial.

Quanto custa contratar um advogado imobiliário?

Depende do serviço. Análise documental e contratos têm valor fechado, informado antes de começar. Ações judiciais são orçadas por complexidade e valor envolvido, com possibilidade de parte fixa mais êxito. A análise inicial não tem custo, e a Tabela da OAB/SP serve de referência mínima.

Dá para resolver sem processo?

Em boa parte dos casos, sim. Escritura, averbação, retificação de área, usucapião extrajudicial, inventário em cartório e REURB são caminhos administrativos que costumam ser mais rápidos e mais baratos. Só vamos para a Justiça quando não há alternativa ou quando a outra parte não colabora.

Vocês atendem fora de São Paulo?

Sim. Boa parte do trabalho imobiliário é documental e roda remotamente. Quando é preciso protocolar em cartório de outra comarca ou acompanhar audiência presencial, trabalhamos com correspondentes sob nossa orientação.

Qual é a situação do seu imóvel?

Mande a matrícula e o contrato, se tiver. Fazemos a leitura inicial sem custo e dizemos qual é o caminho mais curto para o seu caso. Resposta em até 1 dia útil.

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