Empresarial · São Paulo

Sucessão empresarial em São Paulo

Planejamento da continuidade da empresa operacional e da transição de controle, gestão e conhecimento entre fundadores, familiares, sócios e sucessores.

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Em resumo

A sucessão empresarial desta página tem como centro a continuidade da empresa operacional: quem controlará, quem administrará, como serão tomadas decisões e como a transição ocorrerá diante de aposentadoria, incapacidade ou falecimento. Ela é distinta do planejamento patrimonial familiar amplo e não presume que uma holding seja necessária. A estrutura decorre do diagnóstico da empresa, dos sócios e dos sucessores.

O que resolvemos

O que estruturamos na sucessão da empresa.

  • Diagnóstico de continuidadeMapeamento de controle, administração, funções essenciais, dependência dos fundadores e cenários de transição.
  • Regras societáriasRevisão de contrato ou estatuto, quóruns, administração, restrições à transferência e solução de impasses.
  • Acordo de sóciosDireitos políticos e econômicos, ingresso de sucessores, saída, compra e venda de participações e critérios de avaliação.
  • Governança familiar e empresarialSeparação de papéis entre família, propriedade e gestão, com fóruns e fluxos de decisão compatíveis com o porte.
  • Transição de gestãoDocumentação de poderes, responsabilidades, fases de transferência e mecanismos de acompanhamento.
  • Coordenação sucessória e tributáriaIntegração com testamento, doações e planejamento fiscal mediante análise conjunta com os profissionais competentes.
Passo a passo

Como construímos o plano de continuidade.

  1. Entrevistas e documentosOuvimos sócios e pessoas-chave e lemos atos societários, acordos, contratos relevantes e organograma.
  2. Riscos e cenáriosIdentificamos dependências, conflitos potenciais e efeitos de aposentadoria, incapacidade, falecimento ou saída.
  3. Arquitetura jurídicaDesenhamos regras de propriedade, controle, gestão, liquidez e resolução de impasses sem impor estrutura pronta.
  4. Documentação e implantaçãoPreparamos os instrumentos aprovados, organizamos deliberações e definimos revisões periódicas do plano.
Prova social

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“Desde o início, fui atendida de maneira excepcional. A equipe é atenciosa e explica cada passo.”

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“Excelentes profissionais, altamente qualificados. Ressalto o profissionalismo, o atendimento e a honestidade.”

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“Muito educado, paciente, sempre com respostas precisas e certeiras. Indico sem pontos negativos!”

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Quem cuida

Quem responde pela área.

Renato Falchet
Renato Falchet

Sócio fundador (OAB/SP 344.334). Pós-graduado em Direito das Sucessões pela PUC-Campinas e em Direito Empresarial pela FGV. Especialista em planejamento sucessório, holdings, contratos e sucessão de empresas.

Conhecer Renato Falchet
Dúvidas frequentes

Perguntas comuns.

O que é sucessão empresarial?

É o planejamento da transferência de propriedade, controle, administração e conhecimento para preservar a continuidade da empresa quando fundadores ou líderes deixam suas funções.

Sucessão empresarial é o mesmo que abrir uma holding?

Não. Uma holding pode ser útil em determinadas estruturas, mas não substitui regras de gestão, acordo de sócios, preparação de sucessores e plano de transição. O diagnóstico vem antes do instrumento.

Quando a empresa deve começar a planejar?

Antes de uma urgência. A transição costuma exigir alinhamento entre sócios, desenvolvimento de sucessores, ajustes societários e implantação gradual, que não podem ser improvisados após um evento crítico.

Todos os herdeiros precisam trabalhar na empresa?

Não. Propriedade e gestão podem ser organizadas de formas diferentes. O plano pode separar sucessores que administram, titulares apenas de direitos econômicos e mecanismos de liquidez, respeitados os limites legais.

O acordo de sócios resolve a sucessão sozinho?

Ele é um instrumento central, mas deve conversar com contrato social, governança, procurações, políticas internas, testamento, doações e tributação, conforme o caso.

O planejamento garante que não haverá conflito?

Não. Nenhum documento elimina todo risco humano ou empresarial. Um plano claro reduz ambiguidades, antecipa critérios e cria procedimentos para decisões e impasses.

A empresa está preparada para a próxima transição?

Conte quem controla, quem administra e quais eventos preocupam os sócios. O diagnóstico inicial identifica lacunas e organiza uma sequência realista de decisões e documentos.

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